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cienciahoje:

É primavera…
Enquanto no Brasil o outono ainda não começou de verdade, no Laboratório de Biologia Molecular da Europa (EMBL), na Alemanha, já florescem as cores da primavera. Porém, a imagem acima não é de nenhum jardim florido nos arredores da instalação, muito menos uma imagem conceitual dos campos alemães. 
Cada ‘flor’ em questão representa um corte horizontal na cauda de espermatozóides de rato, em uma lâmina ampliada 46 mil vezes por um microscópio eletrônico. As cores, apesar de belas, não são reais e sim obra do senso artístico da pesquisadora Charlotta Funaya, integrante do EMBL - que coloriu as imagens originais, em preto e branco. No interior de cada uma é possível observar o segredo da movimentação característica do gameta: dois microtúbulos centrais e nove pares de microtúbulos ao seu redor que, quando associados a proteínas ‘motoras’ especializadas, permitem o movimento frenético de sua cauda.  
Sob a luz fria das instalações de pesquisa, um exemplo de beleza e poesia - mais uma mostra da profunda relação entre ciência e arte, para marcar o início das novas estações.
Leia mais novidades sobre biologia, ciência e arte no site da Ciência Hoje On-line. 

cienciahoje:

É primavera…

Enquanto no Brasil o outono ainda não começou de verdade, no Laboratório de Biologia Molecular da Europa (EMBL), na Alemanha, já florescem as cores da primavera. Porém, a imagem acima não é de nenhum jardim florido nos arredores da instalação, muito menos uma imagem conceitual dos campos alemães. 

Cada ‘flor’ em questão representa um corte horizontal na cauda de espermatozóides de rato, em uma lâmina ampliada 46 mil vezes por um microscópio eletrônico. As cores, apesar de belas, não são reais e sim obra do senso artístico da pesquisadora Charlotta Funaya, integrante do EMBL - que coloriu as imagens originais, em preto e branco. No interior de cada uma é possível observar o segredo da movimentação característica do gameta: dois microtúbulos centrais e nove pares de microtúbulos ao seu redor que, quando associados a proteínas ‘motoras’ especializadas, permitem o movimento frenético de sua cauda.  

Sob a luz fria das instalações de pesquisa, um exemplo de beleza e poesia - mais uma mostra da profunda relação entre ciência e arte, para marcar o início das novas estações.

Leia mais novidades sobre biologia, ciência e arte no site da Ciência Hoje On-line

rhamphotheca:

creepycrawlieslove: Pink Katydid 
This katydid really was fluorescent pink. It’s not enhanced in any way. The coloration (erythrism)  is an adaptation sometimes found among katydids exposed to red or pink  foliage, although this one was in the woods off the Appalachian Trail  near Mount Peter, N.Y.
(Photo byr Richard Whitby, via: Wikimedia Commons)

First discovered back in 1887, the pink katydid is so rare that they occur once out of every 500 individuals.

rhamphotheca:

creepycrawlieslove: Pink Katydid 

This katydid really was fluorescent pink. It’s not enhanced in any way. The coloration (erythrism) is an adaptation sometimes found among katydids exposed to red or pink foliage, although this one was in the woods off the Appalachian Trail near Mount Peter, N.Y.

(Photo byr Richard Whitby, via: Wikimedia Commons)

First discovered back in 1887, the pink katydid is so rare that they occur once out of every 500 individuals.

neiture:

Surviving Winter | image by Leszek Paradowski

neiture:

Surviving Winter | image by Leszek Paradowski